​I know some of you already heard me talking about this documentary :)

First of all I love documentaries.
Second, I love Type design!

And this movie is a must see on the subject of Typeface culture! It explains why Helvetica is everywhre! Why it became so ubiquitous in the last decades! Why it’s so damn simple and well designed!

It features interviews with Stefan Sagmeister, The Designers Republic among other Designers.

Just watch it here! :)

Uma óptima apresentação sobre Branding que veio parar ao meu inbox esta semana.
Ao ver estes slides retive muitas ideias que rapidamente associei a toda a experiência dos “clientes” das marcas. Muito interessante!
  • Uma marca é cada vez mais aquilo que cada cliente/fã faz dela. A sua personalidade é construída por todos.
  • Uma marca tem que ser coerente em todos os touchpoints
Alguns slides que destaquei:
The Brand Gap
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De vez em quando surgem objectos que se tornam virais. Este foi um deles….

Sometimes an image can tell a lot! :)

Já todos ouvimos falar que o design de bons produtos e serviços no mercado ligado aos cuidados de Saúde é um dos que mais crescimento tem tido ao nível global e cada vez mais empresas apostam em ter divisões dedicadas apenas a esse mercado. Veja-se o caso da LBI Health, ou mesmo da Portuguesa Alert.

Mas o que fez escrever este post foi a leitura de um artigo na FastCoDesign sobre um produto em específico, o Jawbone UP. Trata-se de um mix de pulseira e app de smartphone, que monitoriza a condição física do utilizador e a sua qualidade de sono, contando os passos que este faz e permitindo introduzir as colorias consumidas nas refeições.

Em princípio adorei o conceito e até cheguei a sondar amigos que foram a NY recentemente para me comprarem um desses produtos. A pulseira é bonita, discreta, bem desenhada no meu entender – embora com um design um pouco “feminino” mas talvez seja essa a maior fatia do mercado alvo.

Mas no artigo que referi, o autor tece algumas críticas à utilização global do produto. Este apresenta duas falhas importantes a seu ver:

  • É necessário retirar a pulseira do braço e ligá-la ao smartphone, para sincronizar os dados
  • A aplicação é muito complexa na sua navegação, para algo que devia ser insanely simple, usando expressões de Steve Jobs :)

Sobre o primeiro ponto o autor afirma “There’s a balance between being passive and present that every highly interactive product has to negotiate. Getting that balance right is the difference between creating a product that’s a pain to use, or a pleasure.”

Já sobre o segundo ponto ele acrescenta “The app for the Jawbone UP got me thinking about that dilemma, simply because for a very, very basic app, there’s too many paths for ultimately doing the same thing. You can go around in circles on the thing, and that quickly becomes exhausting.”

O meu Nike+ GPS

Eu não tendo usado o produto, consegui compreender a sua frustração, comparando com aquilo que conheço melhor, a aplicação Nike+ e a Nike+ GPS, que saiu mais tarde para os smartphones equipados com GPS.

A primeira necessitava de um sensor que comprei numa loja Nike e que custou na altura cerca de 25euros e tinha um tempo de vida limitado à sua bateria que não se podia carregar. Tinha de o ligar e colocar nos ténis de corrida sempre que ia dar uma corridinha.

Já a segunda aplicação, funciona apenas com o sinal GPS do smartphone! basta leva-lo comigo nas carridas e os dados sincronizam-se com um toque de um botão na aplicação, para um servidor qualquer “na nuvem”… simples, não!?

Um flop comercial?

A pulseira Jawbone UP foi lançada este ano com muita exposição nos media especializados nos EUA. Pelos vistos houve um grande trabalho de funding no desenvolvimento e lançamento do produto. E agora?… o produto pode ser um flop só porque toda a sua experiência de utilização tem um pormenor menos conseguido!? o de necessitar ligar fisicamente a pulseira com o smartphone!?… aqui está um bom exemplo da importância do Design na inovação de produtos! :)

 

Um bonito video que explica os pequenos design tweaks no desenho de uma fonte tipográfica para disléxicos. Vale a pena ver.

Hoje é dia Mundial da Usabilidade!
Parabéns ao Sr.  Que faz anos! :)

Mas tenho uma queixa a fazer! (um pouco de Storytelling, vá!)
Esta semana deparei-me com uma nova máquina de café Nespresso no local de trabalho.
Já muito se falou do conceito Nespresso (isso e dos iPod’s, iPhone’s, etc)
Mas especificamente sobre esta máquina de vending, aqui vai:

O processo para tirar um café nesta máquina é o seguinte: (acompanhem com a imagem abaixo)
1 – Escolho o meu café na “montra” de cápsulas (Welldone Nestlé, visualmente as cápsulas arrumadinhas por cores ficam muito bonitas)
2 – Insiro moedas (No módulo de baixo da máquina, um pouco distante mas lá encontrei a ranhura das moedas)
3 – SAÍDA DO TROCO mesmo juntinho ao chão… (AI AS MINHAS COSTAS!..)
4 – Saída da bonita cápsula :) (happy)
5 – … E tiro o meu café (Adoro o pormenor da luz que se acende durante a saída de café, iluminando o copo)

Algumas considerações:
A)     – A máquina parece “mal parida” com este aspecto de dois módulos separados em cima um do outro, e com ranhuras de moedas e trocos em localizações completamente descabidas!
B)      – Apesar disso a Nespresso conseguiu transportar para esta máquina uma experiência próxima da que temos nas máquinas domésticas, pois deixa-nos

  1. tocar nas cápsulas,
  2. admirá-las na sua bonita montra,
  3. avaliar a saída do café e o creme que produz, com a ajuda de uma luz que ilumina o copo.

C)      Invariavelmente acabamos a discutir com os colegas “cafeinómanos” as nossas preferências de café, em volta da máquina!
D)     No final esta máquina não se assemelha com uma normal Vending Machine, apesar de o ser, e apesar de ser pouco… usável!

E vocês? Já viram uma destas máquinas?

Happy UX Day!

Apanhei este comic no site All Things D, nesta página :)

Dá-se, Troca-se, Recicla-se, Vende-se Usado… Muito Usado ou Pouco Usado…, cria-se mercado para criadores de garagem…

E assim se assiste a uma tendência, ou mais uma REVOLUÇÃO na relação das pessoas com os seus objectos!

O trendwatching.com indica o recommerce como trend no seu relatório de Outubro.

Em Portugal já participei varias vezes na iniciativa Trocathlon das lojas Decathlon, que me permite escoar produtos de desporto aos quais já não dou uso! vendi sempre o que queria…

Também vai ser lançado no final do mês o site www.dou.pt, que permitirá a qualquer pessoa dar objectos a quem os quiser levar…

It’s a trend do watch! :)

 

Os serviços baseados em localização do utilizador (LBS – Location Based Services) são muito recentes mas têm sofrido uma evolução rápida. O conceito de check-in num local está aí para ficar, veja-se os casos da rede social Foursquare ou a funcionalidade Places do Facebook.

Contudo os utilizadores vão querer formas de recompensa maiores pelo acto de fazer check-in e com isso partilharem muitas vezes a sua localização num espaço comercial. Essa recompensa pode passar por um simples tratamento vip (que pode passar pelo conhecimento em primeira mão de lançamentos de novos produtos) até descontos/vouchers nesses espaços comerciais.

Por outro lado os utilizadores vão querer também formas de personalizar os seus check-ins com comentários, fotos, videos, e até mesmo ligar esses check-ins a software de realidade aumentada para partilhar informação com outros utilizadores que passem no mesmo espaço.