We are moving our cube

In a recent article from Harvard Business Review called “Who Moved My Cube” by Anne-Laure Fayard and John Weeks the authors write about how the design of work spaces can be influent in the interaction between colleagues of the same team.

For me, the most important is the three main affordances a workspace should present in order to have a good workspace: Proximity, Privacy and Permission.

  • – Proximity it’s about the ability to drive people to public shared spaces like water coolers or coffee machines;
  • – Privacy it’s all about people feeling confident enough to have conversations without being interrupted or overheard;
  • – Finally, Permission it’s about letting people feel free to start conversations and by that, sharing ideas with each other.

Focusing on this last affordance, and because our team has been working on our workspace with Permission in mind, it’s important to have a mix of three characteristics that allow Permission in our team which are the physical space itself, the artifacts in that space and de company culture.

Again, looking at how guys at IDEO work, the authors of the HBR article explain they allow Permission by having Open-plan offices, portable furniture and of course a company policy that encourages people to move around to collaborate with whom they are working with.

We have been taking some steps in the last weeks towards Permission between team members simply by removing a big cabinet that was dividing the team in half!.. I’ve already seen changes in our team dynamics 🙂

O Branding faz parte de toda a Customer Experience? Faz.

Uma óptima apresentação sobre Branding que veio parar ao meu inbox esta semana.
Ao ver estes slides retive muitas ideias que rapidamente associei a toda a experiência dos “clientes” das marcas. Muito interessante!
  • Uma marca é cada vez mais aquilo que cada cliente/fã faz dela. A sua personalidade é construída por todos.
  • Uma marca tem que ser coerente em todos os touchpoints
Alguns slides que destaquei:
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Esta app chateia-me!

Já todos ouvimos falar que o design de bons produtos e serviços no mercado ligado aos cuidados de Saúde é um dos que mais crescimento tem tido ao nível global e cada vez mais empresas apostam em ter divisões dedicadas apenas a esse mercado. Veja-se o caso da LBI Health, ou mesmo da Portuguesa Alert.

Mas o que fez escrever este post foi a leitura de um artigo na FastCoDesign sobre um produto em específico, o Jawbone UP. Trata-se de um mix de pulseira e app de smartphone, que monitoriza a condição física do utilizador e a sua qualidade de sono, contando os passos que este faz e permitindo introduzir as colorias consumidas nas refeições.

Em princípio adorei o conceito e até cheguei a sondar amigos que foram a NY recentemente para me comprarem um desses produtos. A pulseira é bonita, discreta, bem desenhada no meu entender – embora com um design um pouco “feminino” mas talvez seja essa a maior fatia do mercado alvo.

Mas no artigo que referi, o autor tece algumas críticas à utilização global do produto. Este apresenta duas falhas importantes a seu ver:

  • É necessário retirar a pulseira do braço e ligá-la ao smartphone, para sincronizar os dados
  • A aplicação é muito complexa na sua navegação, para algo que devia ser insanely simple, usando expressões de Steve Jobs 🙂

Sobre o primeiro ponto o autor afirma “There’s a balance between being passive and present that every highly interactive product has to negotiate. Getting that balance right is the difference between creating a product that’s a pain to use, or a pleasure.”

Já sobre o segundo ponto ele acrescenta “The app for the Jawbone UP got me thinking about that dilemma, simply because for a very, very basic app, there’s too many paths for ultimately doing the same thing. You can go around in circles on the thing, and that quickly becomes exhausting.”

O meu Nike+ GPS

Eu não tendo usado o produto, consegui compreender a sua frustração, comparando com aquilo que conheço melhor, a aplicação Nike+ e a Nike+ GPS, que saiu mais tarde para os smartphones equipados com GPS.

A primeira necessitava de um sensor que comprei numa loja Nike e que custou na altura cerca de 25euros e tinha um tempo de vida limitado à sua bateria que não se podia carregar. Tinha de o ligar e colocar nos ténis de corrida sempre que ia dar uma corridinha.

Já a segunda aplicação, funciona apenas com o sinal GPS do smartphone! basta leva-lo comigo nas carridas e os dados sincronizam-se com um toque de um botão na aplicação, para um servidor qualquer “na nuvem”… simples, não!?

Um flop comercial?

A pulseira Jawbone UP foi lançada este ano com muita exposição nos media especializados nos EUA. Pelos vistos houve um grande trabalho de funding no desenvolvimento e lançamento do produto. E agora?… o produto pode ser um flop só porque toda a sua experiência de utilização tem um pormenor menos conseguido!? o de necessitar ligar fisicamente a pulseira com o smartphone!?… aqui está um bom exemplo da importância do Design na inovação de produtos! 🙂

 

Nespresso no Dia Mundial da Usabilidade

Hoje é dia Mundial da Usabilidade!
Parabéns ao Sr.  Que faz anos! 🙂

Mas tenho uma queixa a fazer! (um pouco de Storytelling, vá!)
Esta semana deparei-me com uma nova máquina de café Nespresso no local de trabalho.
Já muito se falou do conceito Nespresso (isso e dos iPod’s, iPhone’s, etc)
Mas especificamente sobre esta máquina de vending, aqui vai:

O processo para tirar um café nesta máquina é o seguinte: (acompanhem com a imagem abaixo)
1 – Escolho o meu café na “montra” de cápsulas (Welldone Nestlé, visualmente as cápsulas arrumadinhas por cores ficam muito bonitas)
2 – Insiro moedas (No módulo de baixo da máquina, um pouco distante mas lá encontrei a ranhura das moedas)
3 – SAÍDA DO TROCO mesmo juntinho ao chão… (AI AS MINHAS COSTAS!..)
4 – Saída da bonita cápsula 🙂 (happy)
5 – … E tiro o meu café (Adoro o pormenor da luz que se acende durante a saída de café, iluminando o copo)

Algumas considerações:
A)     – A máquina parece “mal parida” com este aspecto de dois módulos separados em cima um do outro, e com ranhuras de moedas e trocos em localizações completamente descabidas!
B)      – Apesar disso a Nespresso conseguiu transportar para esta máquina uma experiência próxima da que temos nas máquinas domésticas, pois deixa-nos

  1. tocar nas cápsulas,
  2. admirá-las na sua bonita montra,
  3. avaliar a saída do café e o creme que produz, com a ajuda de uma luz que ilumina o copo.

C)      Invariavelmente acabamos a discutir com os colegas “cafeinómanos” as nossas preferências de café, em volta da máquina!
D)     No final esta máquina não se assemelha com uma normal Vending Machine, apesar de o ser, e apesar de ser pouco… usável!

E vocês? Já viram uma destas máquinas?

Happy UX Day!

Gamification

Traduzam lá esta expressão para Português J

Bom, o termo gamification aplica-se à tendência de usar técnicas de jogos para aumentar os níveis de engagement e criar experiências mais ricas para os utilizadores. No fundo é uma tendência que se observa muito nas páginas de fãs no Facebook, com passatempos que retribuem a dedicação dos fãs nos meios digitais.

O Homem precisa ver retribuída a sua dedicação e ao mesmo tempo gosta de se divertir J

Reuni alguns links sobre o assunto aqui: http://www.delicious.com/brunojulio/gamification

Ah, já agora, Jogabilidade (como característica de algo que foi “Jogabilizado”) poderia ser a tradução!?

Experiência de Utilização: Nike + e Corrida do Tejo

“Logos create value for brands, but social brand platforms create value for people”

Ao ler o artigo na FastCompany com o título: The Real Lesson of the Gap Debacle: Logos Aren’t Key Anymore lembrei-me da experiência positiva que tem sido usar a plataforma Nike+ através da app Nike+GPS instalada no iPhone. Para além de ser um bom incentivo a ter uma vida mais saudável, permite a qualquer utilizador interagir com outros utilizadores na plataforma social criada à volta utilizadores dos sensores de corrida e das apps da Nike.

Posso criar desafios entre amigos, ver o registo das minhas corridas, criar objectivos de corrida para mim, etc, mas tudo sem me encher o inbox com mensagens, como faz o facebook por exemplo!.. só este facto para mim significa uma relação com a plataforma mais descontraída! Apenas vou lá quando quero!

A EXPERIÊNCIA FALHADA DA GAP
O artigo que menciono acima pega no recente caso de redesign do logotipo da GAP, que foi um enorme flop, pois decidiram voltar atrás ao antigo logo, depois de uma solução apresentada completamente desastrosa. Mas o autor levanta a pergunta? …… mas o logo traz algum valor acrescentado para o cliente/utilizador da marca? é que o logo é estático! está simplesmente lá!

Em baixo podem ver à esquerda o ex-novo logotipo da Gap, e á direita o antigo logo, que voltou a ser elegido como logotipo da marca:

Hoje em dia o que traz valor ao cliente são as experiências positivas criadas à volta da marca, pela marca, para os clientes! não interessa se o logo é azul, redondo, com um quadrado ou às pintas… é claro que no caso da nike ajuda ter um logo intemporal e reconhecido em todo o planeta! 🙂

CORRIDA DO TEJO
Ontem participei na Corrida do Tejo organizada com o apoio da Nike e devo dizer que toda a corrida foi muito bem organizada. Como “cliente” da “experiência” destaco pela positiva o traçado, o processo de levantamento do dorsal muito rápido e bem organizado, o chip de corrida que regista o tempo individual para cada pessoa, o João Manzarra a animar a partida (o puto tem piada!)
, e o bom tempo com céu limpo e uma temperatura agradável ajudou a compor o cenário positivo.

Dos touchpints da experiência menos positivos destaco o site da Corrida do tejo que poderia ter um simples mapa do traçado completo numa só imagem e o facto de a minha app Nike+ ter perdido o sinal de GPS (devia haver uma sobrecarga) e apenas registou 9,5Km 🙁

CONSELHO DE STEVE JOBS
Num artigo que li há dias no FastCompany, sobre um novo livro sobre as estratégias de inovação de Steve Jobs, era relatado um episódio em que o CEO da Nike recebeu uma chamada de Steve Jobs quando Mike Parker assumiu o gigante Nike! Parker perguntou a Jobs se tinha algum conselho para lhe dar, ao que Jobs respondeu: “Just get rid of the crappy stuff and focus on the good stuff.”

Acho que o Nike+ engloba-se no Good Stuff! 🙂

Já agora devo destacar negativamente uma característica da plataforma social online do Nike+ como um dos principais touchpoints da experiência e que é o facto de o site ser muito pesado devido ao uso de tecnologia flash.

– E vocês, que acham disto? o redesign de um logotipo é importante para o consumidor ou apenas para a marca?

– Para vocês as experiências organizadas pela marca são importantes? têm boas histórias que queiram partilhar?

Design também é Emoção e Provocação

Dois videos merecedores do meu contributo para a sua viralidade! 🙂 numa semana em que discuti a emoção nos interfaces com colegas de trabalho, fui parar a estes dois videos TED… worth viewing! 🙂

Marian Bantjes: Intricate beauty by design

Stefan Sagmeister on what he has learned

iPhone

• Vim hoje falar do meu mais recente gadget, o iPhone. Estou “viciado” (é a palavra certa) em algumas apps. Um amigo meu dizia-me há dias “Mas tu nunca gostaste de jogos!”… pois é! Mas agora estou viciado no Geared, e no Geo-Defense Swarm


(Geared)

Para além dos jogos, uso uma app que se chama Instapaper Free, que não é mais do que um leitor de páginas HTML (páginas que eu marco como bookmark no browser dos computadores onde trabalho). Essas páginas ficam numa lista especial numa conta online, que depois posso aceder através do iPhone. Ao ler estas páginas o Instapaper retira-lhe as formatações de CSS, tornando o texto maior e mais fácil de ler em pequenos ecrãs. Bom para pequenas viagens de metro! 🙂

(Instapaper)

Outra app muito interessante é o Shazam, que é das mais conhecidas na App Store. Trata-se de uma aplicação capaz de identificar músicas, apenas gravando pequenos clips de poucos segundos, e pesquisando no momento uma base de dados de músicas. Ideal para quando estamos parados no trânsito de manhã a ouvir músicas no rádio 🙂

(Shazam)

Bom e para já, são as apps que destaco, mas no futuro irei falar de muitas mais!

Don Norman e o design que o deixa feliz

• Don Norman fala do design que o deixa feliz. Numa palestra no TED em 2003, mencionou objectos como o espremedor de citrinos do Strack, ou MNI da BMW…

Elevadores "Inteligentes"

• No edifício onde se encontra a sede da empresa para a qual trabalho no Parque das Nações, houve um período com algum buzz entre os colaboradores que teve a ver com a adaptação a um novo sistema de elevadores “inteligentes” em que o utilizador tem de pulsar o andar para o qual quer ir, e o computador atribui-lhe 1 de 3 elevadores, o qual o levará ao seu destino.

O Wall Street Journal tem uma pequena reportagem online que explica a frustração dos utilizadores deste tipo de elevadores 😉

Why is eye-tracking important?

• BBC has a short film on that subject. Compiled in just two minutes, find out why your navigation menus should be at the top, or left column.

Watch the video “The eyes have it

Users Fix Parking Ticket Machine

• A nice short post about the usage of parking ticket machines and how users were able to fix the bad interface.

I believe the problem in this industry is the lack of standards on the interfaces. From my experience I always find new and very different interfaces in ATM machines, Ticket machines and so on. For exemple, the place you introduce coins is always different… This way is difficult to create standards and rules that help users understand the interfaces.

Nespresso, What Else!?

Just another good example of customer experience from Nespresso. This time the deal is to let Nespresso club members choose the next TV ad, from two similar videos (Mistaken or Cup) featuring George Clooney… of course!

First I got this email:

Than took me to this flash website:

…where I choose my favorite version of the TV ad.

Conclusion:
First, I found both the e-mail and website, non-intrusive and non-spam. Because I know the brand and my expectations about it are always positive.

Second, the voting process is very simple, and both videos load quickly. In general I took around 3 to 5 minutes in all process.

Third, what does Nespresso wants to say with this campaign?… is that the customer is important to them, so they let us choose the next TV ad…

What else!? 🙂

Wii

• Este fim-de-semana fui presenteado com uma consola Wii, já andei a experimentar os Wii Sports (golf e ténis) que vêm de origem com a consola… mas a propósito da Wii encontrei esta apresentação no TED.com sobre Hacking à consola Wii…

Usabilidade em sites de automóveis II

A propósito da notícia anterior, queria destacar o configurador de automóveis da SIVA. Participei neste projecto na parte de Consultoria em Usabilidade, passando depois o design do interface para uma empresa externa.

Mas no essencial fica a minha satisfação na contribuição para toda a Arquitectura de Informação, navegação, arrumação dos ecrãs, dos botões e a forma como os conteúdos são disponibilizados ao utilizador.

No essencial pretendia-se oferecer mais funcionalidades ao utilizador, mas com maior facilidade de utilização. Anteriormente a configuração de um veículo passava por 7 etapas, onde nós reduzimos para 4, para nomear apenas um exemplo…