Yes, Sir

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I’m a big fan of the TV show Breaking Bad, the all Texan landscape and the plot got me hooked for months untill the last episode.

I’m also a fan of cars. I always turn my head for cars with beautiful and simple lines, like the italian sports coupés from the 60’s, 70’s and early 80’s from Lancia, Alfa Romeo or BMW.

Well, it happens that Breaking Bad featured one of the ugliest cars ever designed and mass-produced… the Pontiac Aztek. It belonged to the high school teacher, Walter White, and helped to build his character.

No one understood what was going on the designers mind when he decided to design… that. It’s not an SUV, it’s not a wagon/estate, it’s not a sedan/berlina/saloon. And I’m thankfull we didn’t get it in this side of the pond, where Italian and German design set the tone for the all auto industry. It was built from 2001 to 2005. Was a flop for General Motors.

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I have completely forgotten the subject, when recently I came across an article on Car and Driver telling a bit of the story of this car, by Bob Lutz (once responsible for the development of the Opel Ampera/Chevrolet Volt at GM).

And a sentence caught my attention as I fully agreed:

“The danger with the totalitarian management style is that people won’t speak up when there’s a problem. They’ll get their heads cut off or the messenger gets shot.”

And there you go. That’s how the Pontiac Aztek was born… everybody said: “Yes, Sir”, to a management team with a lot of wrong ideas. This is particularly dangerous in big corporations where responsibility lies in many people’s hands.

So, I was thinking. Does this apply to UX design as well? I mean, do you as a UX practitioner base your design decisions on the requirements you gathered solely and stay on safe ground? or, do you go beyond and try to push the users experience to a level they don’t really expect, but you are sure it’s going to be better for them, once they pass a quick learning curve?

Nespresso no Dia Mundial da Usabilidade

Hoje é dia Mundial da Usabilidade!
Parabéns ao Sr.  Que faz anos! 🙂

Mas tenho uma queixa a fazer! (um pouco de Storytelling, vá!)
Esta semana deparei-me com uma nova máquina de café Nespresso no local de trabalho.
Já muito se falou do conceito Nespresso (isso e dos iPod’s, iPhone’s, etc)
Mas especificamente sobre esta máquina de vending, aqui vai:

O processo para tirar um café nesta máquina é o seguinte: (acompanhem com a imagem abaixo)
1 – Escolho o meu café na “montra” de cápsulas (Welldone Nestlé, visualmente as cápsulas arrumadinhas por cores ficam muito bonitas)
2 – Insiro moedas (No módulo de baixo da máquina, um pouco distante mas lá encontrei a ranhura das moedas)
3 – SAÍDA DO TROCO mesmo juntinho ao chão… (AI AS MINHAS COSTAS!..)
4 – Saída da bonita cápsula 🙂 (happy)
5 – … E tiro o meu café (Adoro o pormenor da luz que se acende durante a saída de café, iluminando o copo)

Algumas considerações:
A)     – A máquina parece “mal parida” com este aspecto de dois módulos separados em cima um do outro, e com ranhuras de moedas e trocos em localizações completamente descabidas!
B)      – Apesar disso a Nespresso conseguiu transportar para esta máquina uma experiência próxima da que temos nas máquinas domésticas, pois deixa-nos

  1. tocar nas cápsulas,
  2. admirá-las na sua bonita montra,
  3. avaliar a saída do café e o creme que produz, com a ajuda de uma luz que ilumina o copo.

C)      Invariavelmente acabamos a discutir com os colegas “cafeinómanos” as nossas preferências de café, em volta da máquina!
D)     No final esta máquina não se assemelha com uma normal Vending Machine, apesar de o ser, e apesar de ser pouco… usável!

E vocês? Já viram uma destas máquinas?

Happy UX Day!