Para que serve o Marketing Digital nas marcas B2B?

Tenho encontrado muitas dúvidas em clientes no segmento B2B, sobre o que esperar de retorno em todo o Marketing Digital.

Os objectivos do Content Marketing (e das estratégias de Social Media em geral) para as marcas B2B passam em muito:

  • geração de leads
  • pelo Brand awareness
  • educar o mercado
  • e ainda promover a cultura da empresa lá fora para efeitos de captação/retenção de talento (esta acrescentei eu)

 

 

 

 

 

 

 

 

Contudo importa imprimir uma estratégia global entre os distintos canais em que a estratégia assenta, para que a percepção dos utilizadores à mesma marca nos diferentes canais resulte num todo coerente. Isto porque se observa em muitos clientes pequenas iniciativas isoladas em diferentes departamentos, experiências em diferentes canais (twitter, foursquare, facebook, etc).

Contudo não respeitam uma estratégia global em que coisas simples como tom de voz, horários das publicações, tipos de post (texto, texto+foto, apenas foto, etc) não são coerentes. Mas mais do que isso, denotam falta de conhecimento dos canais em que publicam, pois cada canal tem potencialidades distintas e públicos diferentes.

Porque é que isto me interessa?
Na minha equipa interessa-nos muito a questão: “As redes sociais estão aí, o que podemos tirar delas para benefício de clientes B2B?”. Trabalhamos com empresas que operam no segmento B2B e algumas em ambos (B2B e B2C) logo queremos prestar o melhor apoio possível no que toca à adopção de estratégias digitais.

We are moving our cube

In a recent article from Harvard Business Review called “Who Moved My Cube” by Anne-Laure Fayard and John Weeks the authors write about how the design of work spaces can be influent in the interaction between colleagues of the same team.

For me, the most important is the three main affordances a workspace should present in order to have a good workspace: Proximity, Privacy and Permission.

  • – Proximity it’s about the ability to drive people to public shared spaces like water coolers or coffee machines;
  • – Privacy it’s all about people feeling confident enough to have conversations without being interrupted or overheard;
  • – Finally, Permission it’s about letting people feel free to start conversations and by that, sharing ideas with each other.

Focusing on this last affordance, and because our team has been working on our workspace with Permission in mind, it’s important to have a mix of three characteristics that allow Permission in our team which are the physical space itself, the artifacts in that space and de company culture.

Again, looking at how guys at IDEO work, the authors of the HBR article explain they allow Permission by having Open-plan offices, portable furniture and of course a company policy that encourages people to move around to collaborate with whom they are working with.

We have been taking some steps in the last weeks towards Permission between team members simply by removing a big cabinet that was dividing the team in half!.. I’ve already seen changes in our team dynamics 🙂

Working like bees!

These past few months I’ve been doing some thinking about the way I work with my team.

Last year on of my managers went to Stanford for a very interesting training on Design Thinking, and he was eager to share on the spot some ideas he picked in Stanford in those few days.

First of all the workspaces at Stanford are planned to empower everyone to:

  • Share ideas – you can work standing up or seated in high stools – very dynamic
  • Transformable work spaces – there were lots of modular furniture pieces, and most rooms had multiple setup options.
  • Build fast prototypes – The DYI tasks are supported with a multitude of office suplys (mini-staples like). All of this in a DIY, sleeves up way of work!

Does it mean we can totally forget the way we traditionally work with our team? Working in the same spot we have been working for the past years in the office? in the same assigned cubicles? With all interactions with people scheduled on Outlook or Google calendar?

Well, we probably still need this calm and focused environment for some tasks, but I see my colleagues needing more and more interactions from each other in much less time!  We are trying to rearrange our work space to allow us to fail soon. As a designing team, we need to fail faster, sooner and with less costs! Believe me, this is an idea cherished by our team J

So the paradigm of working alone in a project or client carrying only our bare knowledge, and having  just one or two interactions, (normally by phone, email, skype) with our team colleagues is becoming more and more unproductive… The way to work in Design Thinking projects is to work Together most of the time!… Like bees we can became stronger together.

A Microsoft compra a rede social Yammer

A Microsoft também quer estar presente nas Redes Sociais. De que forma? por aquisição. E decidiu adquirir uma que é especialista em redes sociais empresariais, já com 4 anos no mercado.

Segundo noticia do Público, a Microsoft comprou a Yammer, empresa que se dedica a desenvolver redes sociais corporativas que permitem a colaboração e partilha entre pessoas de uma mesma empresa.

Já era possível implementar o Yammer através de Sharepoint, agora passa também a fazer parte do pacote Office para soluções empresariais.

 

Links:
https://www.yammer.com/company/sharepoint

http://www.publico.pt/Tecnologia/microsoft-compra-empresa-de-redes-sociais-por-960-milhoes–1551955

O Branding faz parte de toda a Customer Experience? Faz.

Uma óptima apresentação sobre Branding que veio parar ao meu inbox esta semana.
Ao ver estes slides retive muitas ideias que rapidamente associei a toda a experiência dos “clientes” das marcas. Muito interessante!
  • Uma marca é cada vez mais aquilo que cada cliente/fã faz dela. A sua personalidade é construída por todos.
  • Uma marca tem que ser coerente em todos os touchpoints
Alguns slides que destaquei:
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Recommerce

Dá-se, Troca-se, Recicla-se, Vende-se Usado… Muito Usado ou Pouco Usado…, cria-se mercado para criadores de garagem…

E assim se assiste a uma tendência, ou mais uma REVOLUÇÃO na relação das pessoas com os seus objectos!

O trendwatching.com indica o recommerce como trend no seu relatório de Outubro.

Em Portugal já participei varias vezes na iniciativa Trocathlon das lojas Decathlon, que me permite escoar produtos de desporto aos quais já não dou uso! vendi sempre o que queria…

Também vai ser lançado no final do mês o site www.dou.pt, que permitirá a qualquer pessoa dar objectos a quem os quiser levar…

It’s a trend do watch! 🙂

 

Tendências nos serviços baseados na localização do cliente

Os serviços baseados em localização do utilizador (LBS – Location Based Services) são muito recentes mas têm sofrido uma evolução rápida. O conceito de check-in num local está aí para ficar, veja-se os casos da rede social Foursquare ou a funcionalidade Places do Facebook.

Contudo os utilizadores vão querer formas de recompensa maiores pelo acto de fazer check-in e com isso partilharem muitas vezes a sua localização num espaço comercial. Essa recompensa pode passar por um simples tratamento vip (que pode passar pelo conhecimento em primeira mão de lançamentos de novos produtos) até descontos/vouchers nesses espaços comerciais.

Por outro lado os utilizadores vão querer também formas de personalizar os seus check-ins com comentários, fotos, videos, e até mesmo ligar esses check-ins a software de realidade aumentada para partilhar informação com outros utilizadores que passem no mesmo espaço.

Ser um guru…

​Ser um guru na web hoje em dia, não é fácil, mas com alguma dedicação chega-se lá. A fórmula está delineada!

Gosto do exemplo do Gary Vaynerchuk. Americano de New Jersey e filho de emigrantes da Europa de Leste, vive geograficamente longe dos grandes centros produtores de vinhos mais conhecidos, mesmo nos EUA, Napa Valley fica na outra costa. Mas o tipo gosta de vinhos, vá-se lá saber porquê!… 🙂

Nota-se pelo seu discurso que não é um expert, mas começou a fazer videos com provas de vinhos e a publicá-los na web, até que hoje em dia já nenhum produtor ou região demarcada que queira promover os seu vinhos, pode dar-se ao luxo de descartar o Gary na sua estratégia de vendas nos EUA 🙂

Este video é hilariante com o Gary a apresentar vinhos do Alentejo, dando às palavras em Português um sotaque espanhol! 🙂
http://tv.winelibrary.com/2009/05/19/alentejo-a-wine-region-in-portugal-episode-679/

Em conclusão: falem do vosso hobby favorito com paixão em frente a uma câmara, publiquem os videos com regularidade e vão tornar-se gurus de certeza 🙂

Gamification

Traduzam lá esta expressão para Português J

Bom, o termo gamification aplica-se à tendência de usar técnicas de jogos para aumentar os níveis de engagement e criar experiências mais ricas para os utilizadores. No fundo é uma tendência que se observa muito nas páginas de fãs no Facebook, com passatempos que retribuem a dedicação dos fãs nos meios digitais.

O Homem precisa ver retribuída a sua dedicação e ao mesmo tempo gosta de se divertir J

Reuni alguns links sobre o assunto aqui: http://www.delicious.com/brunojulio/gamification

Ah, já agora, Jogabilidade (como característica de algo que foi “Jogabilizado”) poderia ser a tradução!?

Design também é Emoção e Provocação

Dois videos merecedores do meu contributo para a sua viralidade! 🙂 numa semana em que discuti a emoção nos interfaces com colegas de trabalho, fui parar a estes dois videos TED… worth viewing! 🙂

Marian Bantjes: Intricate beauty by design

Stefan Sagmeister on what he has learned

Social Media for Business

Ikea no Facebook

PorData

• Estava na SIC noticias a ouvir a entrevista a António Barreto sobe o projecto PorData que foi lanaçado hoje! grande projecto de eDemocracy Português!… o site tá em baixo com o afluxo de tráfego, eu acho que é bom sinal. Vou esperar mais uns dias para o conhecer mas parece-me que é um projecto para marcar!